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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

domingo, 15 de maio de 2011

FILME MUDO E EM PRETO E BRANCO ROUBA A CENA EM CANNES


Em plena era do 3D digital, um filme silencioso e rodado em preto-e-branco conseguiu causar o maior alvoroço neste domingo no 64º Festival de Cannes. Originalmente escalado para o pacote de títulos hors-concours da maratona francesa e promovido a 20 título da competição cerca de uma semana antes do início da contenda,L’artiste, do francês Michel Hazanavicius, devolve às plateias modernas o sabor do cinema mudo do início do século passado. “Os filmes silenciosos são puro cinema, porque são essencialmente visuais. Eles formaram os maiores diretores do século 20. Há muito tempo desejava trabalhar com esse formato”, disse Hazanavicius, ladeado pela equipe do filme, justificando sua escolha.

A exceção de dois curtos momentos em que o som invade a história, assumindo a função metalinguística, L’artiste  segue à risca o padrão estético  dos filmes da pré-história da arte cinematográfica – da abertura aos créditos finais. A trama acompanha o ocaso de um astro do cinema mudo durante o processo de popularização do filme falado, no final dos anos 20. O galã francês Jean Dujardin (famoso em seu país pela franquia  do agente 117, um pastiche local de James Bond) encarna o ator em franca decadência, que é reconduzido ao caminho do sucesso por uma jovem atriz em ascensão, interpretada pela argentina Bérénice Bejo. “O melodrama me parecia o gênero mais apropriado para o formato. Os mais bem-sucedidos filmes de Charles Chaplin, por exemplo, são melodramas, apesar do tom cômico”, lembrou Hazanavicius.
O filme foi rodado em estúdios e locações nos Estados Unidos, reproduzido com fidelidade as ruas da Los Angeles da época. O elenco secundário é reforçado por atores americanos, como John Goodman (SpeedRacer), James Cromwell (Homem Aranha 3) e Penelope Ann Miller. “Sabemos que é um risco muito grande fazer um filme assim nos dias de hoje. Mas acreditamos na nossa ideia, no propósito de oferecer algo diferente ao público moderno, e demos o melhor de nós em função desse objetivo. O fato de estarmos aqui, em Cannes, e em competição, já é um sinal de que não estamos totalmente enganos”, comentou o diretor.

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