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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Tragédia do voo 447 Rio-Paris


Um dos três pilotos do voo AF 447 da Air France, que caiu no Atlântico em 2009, disse "não estou entendendo mais nada" durante a perda do controle do Airbus. Foi o que declarou à BBC Brasil Jean-Paul Troadec, diretor do Escritório de Investigações e Análises (BEA, na sigla em francês).

A frase foi ouvida durante a transcrição da caixa-preta que grava as conversas dos pilotos e qualquer som emitido na cabine, como os alarmes.

Segundo Troadec, as investigações vão se concentrar agora nas diferentes ações dos pilotos diante do problema da perda das indicações de velocidade do avião, causada pelo congelamento dos sensores, os chamados tubos Pitot.
O BEA afirma acreditar que os sensores de velocidade, que ficam na parte externa do avião, tenham ficado entupidos por cristais de gelo formados em alta altitude.

"Vamos investigar qual foi o treinamento individual dos pilotos e quais procedimentos de emergência relativos a problemas nos sensores de velocidades foram aplicados", afirma Troadec.

Em nota divulgada nessa sexta-feira, o BEA informa que o Airbus da Air France despencou em alta velocidade, caindo de uma altitude de 11 mil metros em apenas três minutos e meio. A velocidade de queda foi de 200 km/h, segundo Troadec.

O diretor ressalta, na entrevista à BBC Brasil, que as causas do acidente ainda não são conhecidas.




Fontes: Folha.com/BBC Brasil


L'un des trois pilotes du vol AF 447 d'Air France, qui s'est abîmé dans l'Atlantique en2009, dit: «Je ne comprends rien" sur la perte de contrôle d'Airbus. C'est ce que ditla BBC Brésil Jean-Paul Troadec, directeur du Bureau des Enquêtes et d'Analyses(BEA, son sigle en français).

La phrase a été entendue lors de la transcription de la boîte noire qui enregistre lesconversations des pilotes et tous les sons de la cabine, comme les alarmes.

Selon Troadec, les enquêtes se concentrera maintenant sur les différentes actionsdes pilotes avant que le problème de la perte d'indications de vitesse de l'avion,causés par le gel des capteurs, appelé tube de Pitot.
Le BEA a indiqué qu'il croyait que les capteurs de vitesse, qui sont à l'extérieur de l'avion, ont été obstrués par des cristaux de glace formés à haute altitude.

"Nous enquêtons sur ce qui a été la formation individuelle des pilotes et ce que les procédures d'urgence concernant des problèmes de capteurs de vitesse ont étéappliquées", explique Troadec.

Dans un communiqué publié vendredi, les rapports que le BEA Airbus d'Air Frances'écrase à grande vitesse, passant d'une altitude de 11.000 mètres en seulementtrois minutes et demie. La vitesse de chute est de 200 km / h, selon Troadec.

Le directeur souligne dans son interview à la BBC le Brésil, les causes de l'accidentne sont pas connus.




One of the three pilots of Flight 447 Air France AF, which crashed into the Atlantic in2009, said "I do not understand anything" over the loss of control of Airbus. That's what told BBC Brazil Troadec Jean-Paul, director of the Office of Investigations and Analysis (BEA, its acronym in French).

The phrase was heard during the transcription of the black box that records the conversations of pilots and any sound from the cabin, as alarms.

According Troadec, investigations will now focus on the different actions of the pilotsbefore the problem of loss of speed indications of the aircraft, caused by the freezingof sensors, called the Pitot tube.
The BEA said he believed the speed sensors, which are on the outside of the plane,have been clogged by ice crystals formed at high altitude.

"We are investigating what was the individual training of pilots and what emergency procedures concerning problems in the speed sensors have been applied, " saysTroadec.

In a statement issued on Friday, the BEA reports that the Air France Airbus crashedat high speed, dropping from an altitude of 11,000 meters in just three and a half minutes. The falling speed was 200 mph, according Troadec.

The director points out in his interview to the BBC Brazil, the causes of the accidentare not known.


Uno de los tres pilotos del vuelo AF 447 de Air France, que se estrelló en el Atlánticoen 2009, dijo: "Yo no entiendo nada" por la pérdida de control de Airbus. Eso es lo que le dijo a BBC Brasil Troadec Jean-Paul, directora de la Oficina de Investigaciones y Análisis (BEA, por sus siglas en francés).

La frase se escuchó durante la transcripción de la caja de negro que registra las conversaciones de los pilotos y cualquier sonido de la cabina, como alarmas.

Según Troadec, las investigaciones se centrará ahora en las diferentes acciones delos pilotos antes de que el problema de la pérdida de las indicaciones de velocidadde la aeronave, causada por la congelación de los sensores, llamado tubo de Pitot.
La BEA dijo que creía que los sensores de velocidad, que están en el exterior del avión, han sido obstruidos por los cristales de hielo que se forma a gran altura.

"Estamos investigando cuál fue la formación individual de los pilotos y los procedimientos de emergencia relacionados con problemas en los sensores develocidad se han aplicado", dice Troadec.

En una declaración emitida el viernes, los informes de BEA que el Airbus de Air France se estrelló a alta velocidad, pasando de una altitud de 11.000 metros en tan sólo tres minutos y medio. La velocidad de caída fue de 200 kilómetros por hora,según Troadec.

El director señala en su entrevista a la BBC Brasil, las causas del accidente no seconocen.

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