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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

domingo, 10 de julho de 2011

Futebol feminino do Brasil amarga outro insucesso ante as americanas

A história se repetiu. Como na Olimpíada de Atenas, em 2004 e de Pequim, em 2008, o Brasil jogou melhor, comandou o jogo e ficou muito perto de vencer os Estados Unidos. Como em Atenas em Pequim, o Brasil perdeu. Desta vez, a queda foi nos pênaltis, por 5 a 3, após empate por 2 a 2 no tempo regulamentar e prorrogação.

Não faltou polêmica, não faltou emoção, nem luta. Faltou, sim, a experiência para segurar o placar favorável – o mesmo problema das duas finais olímpicas. E o Brasil caiu em um jogo que teve de tudo um pouco.
Teve gol contra de Daiane, no primeiro minuto de jogo. Teve bola na trave dois lados, entrada criminosa de Carli Lloyd, punida apenas com cartão amarelo. Teve, também, um pênalti duvidoso para a seleção brasileira, seguido da expulsão – igualmente duvidosa – de Rachel Buehler. 

E, depois da cobrança de Cristiane parar nas mãos de Hope Solo, o duelo das quartas teve uma protagonista acidental: a árbitra australiana Jacqui Melksham anulou a cobrança, alegando que Hope Solo havia se adiantado. A bela goleira dos Estados Unidos ficou indignada e recebeu cartão amarelo.
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Marta fez dois gols, mas a seleção brasileira caiu nos pênaltis e está eliminada
Crédito da imagem: Reuters
A partir de então, a protagonista passou a ser outra. A árbitra Jacqui Melksham ficou em segundo plano. Até mesmo Hope Solo – a musa do Mundial – foi ofuscada. Era a vez de Marta mandar no jogo.

Primeiro, a camisa 10 brasileira pegou a bola das mãos de Cristiane para cobrar a repetição do pênalti e empatar o jogo por 1 a 1. Depois, já na prorrogação, foi a vez de a melhor do mundo bater de primeira apóz cruzamento da esquerda. E, com um toque improvável, fazer 2 a 1 para a seleção brasileira.

Mas a história não havia terminado. E, quando o Brasil estava a um minuto das semifinais, Abby Wambach salvou as americanas. Com um gol de cabeça aos 17 do segundo tempo da prorrogação, a norte-americana empatou mais uma vez a partida. 

Não havia tempo para mais nada. Os pênaltis decidiriam o destino de Brasil e Estados Unidos no Mundial.

Então, a protagonista voltou a ser Hope Solo. A goleira norte-americana pegou a cobrança de Daiane, a terceira do Brasil. E, muito competentes nas cobranças, as adversárias não erraram. O placar terminou com 5 a 3 em favor da equipe estadunidense.

O próximo desafio da seleção norte-americana, na disputa por uma vaga na decisão, será a França, que passou pela a Inglaterra nos pênaltis. Do outro lado da chave, duelam Suécia e Japão – algoz da a anfitriã e favorita Alemanha.

Fonte: espn.com.br

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