Quem sou eu

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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

sábado, 16 de julho de 2011

O frango do Júlio César

Como costuma ocorrer com as gírias, ninguém sabe ao certo quando e como a bola facilmente defensável que o goleiro deixa entrar, como aquela que Júlio César engoliu quarta-feira no primeiro gol do Equador, começou a ser chamada na linguagem brasileira do futebol de frango. No entanto, parece evidente que essa acepção teve origem na facilidade com que a dita ave se esquiva de quem tenta agarrá-la. A fama de estupidez que cerca o frango não se aplica às suas manobras de fuga pelo terreiro, entre elas dribles e alterações bruscas de velocidade que lembram um Neymar (em boa fase) com penas.

(É menos evidente a origem da palavra frango, existente em português desde o século 14, embora muitos estudiosos admitam que tenha algo a ver com “franco”, relativo à França, por ser o galo o símbolo daquele país.)
Peru, outra palavra do campo semântico zoológico que é usada informalmente para gols ridículos tomados por goleiros, entrou nessa dança como uma espécie de aumentativo de frango. Pesadão, o peru da vida real nunca teve a mesma facilidade para escapar entre os dedos de seu perseguidor, mas quando um frango futebolístico parece muito clamoroso, maior que um frangaço, vira peru.
Fonte: Sobre Palavras


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