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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

"FREUD É APENAS UMA LENDA"; ENTREVISTA COM O FILÓSOFO MIKKEL BORCH-JACOBSEN


Mikkel Borch-Jacobsen

"Freud é apenas uma lenda"
Filósofo e historiador, o professor da Universidade de Washington diz por que considera o pai da psicanálise uma fraude
por Natália Martino
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OMISSÃO
"Muitos pacientes de Freud cometeram suicídio e
ele nunca disse uma palavra sobre isso"
, afirma o professor 
O filósofo e historiador Mikkel Borch-Jacobsen não se esquiva de uma polêmica. A última década da sua carreira, dedicada aos estudos sobre a história da psicanálise e da psiquiatria, foi pródiga em livros e opiniões controversas que lhe renderam inimigos entre terapeutas do mundo inteiro. Começou a receber as primeiras críticas severas em 1996 com o lançamento do livro “Anna O. – Uma Mistificação Centenária”, no qual questionava as avaliações de Freud sobre uma das suas principais pacientes. Foi também um dos autores do “Livro Negro da Psicanálise”, uma das obras mais barulhentas já lançadas sobre o assunto. Agora, escreveu “Os Pacientes de Freud”, lançado recentemente no Brasil (Editora Texto e Grafia), no qual reconstrói a trajetória de 31 pacientes de Freud. Na obra, ele conta os motivos que os levaram até o analista e, principalmente, como viveram durante e depois do tratamento. A partir de documentos, como cartas trocadas entre o terapeuta e seus amigos e entrevistas confidenciais feitas com os pacientes de Freud, o autor desconstrói o mito do criador da psicanálise.
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"Os medicamentos foram excluídos das histórias que o psicanalista
contou, mas muitos pacientes eram viciados em morfina"
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"Como Anna iria se curar se seu analista era o próprio pai do qual
ela deveria se desligar? Parece óbvio, mas ele não percebeu isso"
 O que os relatos que o sr. apresenta em seu livro revelam sobre Freud e a psicanálise?
Mikkel Borch-Jacobsen -
As histórias dos pacientes de Freud foram a base das suas teorias. Quando percebemos que elas são falsas, como vemos ao analisar a vida dos pacientes que descrevo no livro, toda a teoria da psicanálise é abalada. O caso apresentado por Freud como sendo de Anna O., que hoje sabemos tratar-se de Bertha Pappenheim, por exemplo, é considerado um dos mais fundamentais para o desenvolvimento da psicanálise. A paciente tinha sintomas graves de histeria que, supostamente, Freud curou com o método catártico. Mas isso não é verdade. No fim do tratamento, ela já não suportava mais conviver com o problema e foi internada em uma clínica, onde continuou apresentando o mesmo quadro de histeria. Apenas seis ou oito anos depois, Bertha foi considerada curada. Não se sabe como ela se curou, mas é óbvio que não foi com a psicanálise, ninguém se cura por meio de um tratamento finalizado quase uma década antes.  
Istoé -
Os resultados terapêuticos eram insuficientes?
Mikkel Borch-Jacobsen -
Na maioria dos casos sim. Era comum que as condições dos pacientes piorassem, como no caso de Viktor von Dirsztay, que mais tarde chegou a admitir que a análise o destruiu. Muitos outros dos seus pacientes cometeram suicídio, como Margit Kremzir e Pauline Silberstein. Claro que qualquer terapeuta está sujeito ao risco de suicídio dos seus pacientes, mas a questão é que Freud nunca disse uma palavra sobre isso.
Istoé -
Ele escondia esses fatos?
Mikkel Borch-Jacobsen -
Como um bom positivista, Freud sempre afirmou que suas teorias eram baseadas na observação de dados clínicos. Por um longo período, porém, tudo o que sabíamos sobre esses dados se baseava no que ele escolheu nos mostrar. Ao compararmos essas histórias com a realidade, observamos discrepâncias que automaticamente invalidam as conclusões de Freud. Os medicamentos, por exemplo, foram sistematicamente excluídos das histórias que ele contou, mas muitos dos seus pacientes eram viciados em morfina. Hoje é muito claro que a droga teve em alguns casos um papel essencial no tratamento. Freud dizia, por exemplo, que diante dos ataques histéricos de Anna von Lieben, a Cäcilie M. citada em “Estudos sobre a Histeria”, ele conduzia um tratamento hipnótico que a fazia se sentir melhor. O que ele não nos contava é que as crises dela eram causadas por abstinência de drogas e que ela se acalmava quando ele lhe dava uma injeção de morfina. A famosa cura catártica nada mais era do que cura com morfina.
Istoé -
Os diagnósticos dele são questionáveis?
Mikkel Borch-Jacobsen -
Sim, os diagnósticos que Freud alegava fazer tão cuidadosamente escancaram discrepâncias entre sua prática real e suas descrições. Quando o pai da jovem Ida Bauer, que Freud eternizou como Dora, a levou até Freud devido a um episódio de asma, o analista instantaneamente diagnosticou neurose. Mas como ele poderia saber? Aquela era a primeira vez que ele a via. Há vários exemplos desse tipo e uma vez que definia seu diagnóstico, Freud o mantinha obstinadamente, mesmo que os fatos mostrassem a ele outro caminho. As consequências dessa postura frequentemente eram bem sérias, como quando Freud forçou Horace Frink a se divorciar da esposa para se casar com a milionára Angelika Bijur para combater a homossexualidade que o paciente negava vigorosamente.
Istoé -
Freud chegava a dar conselhos tão diretos aos pacientes?
Mikkel Borch-Jacobsen -
Ele intervia diretamente na vida dos seus pacientes e não hesitou em instigar alguns a se casarem e terem filhos, por exemplo. Foi o que aconteceu com Max Graf e Olga Hönig, os pais do “pequeno Hans” – e o casamento foi um completo desastre. Em outros casos, Freud proibia pacientes de se masturbarem, como no caso da sua filha, Anna Freud. Sempre que essas instruções eram dadas, Freud era a voz da autoridade.  
Istoé -
Ele acreditava que podia tratar a filha?
Mikkel Borch-Jacobsen -
Freud queria muito ajudar a filha a se desligar dele e isso fica claro em várias cartas que ele escreveu a amigos. Mas a única coisa que ele podia oferecer a ela era a psicanálise, o que, obviamente, era a coisa mais estúpida que ele poderia fazer. Como ela conseguiria se curar se sua única ajuda era de um analista que era o próprio pai do qual ela deveria se desligar? Por mais óbvio que pareça, Freud não percebeu isso. Não estou dizendo que ele abusou da filha, de jeito nenhum, ele a amava. Mas estava tão convencido de que sabia como ajudá-la que não permitiu que ela se libertasse dele.
Istoé -
Para Freud, a psicanálise sempre funcionava? 
Mikkel Borch-Jacobsen -
Sim, claro, ele acreditava que havia descoberto a cura para as doenças mentais. Freud tinha suposições teóricas que o impediam de ver o que estava acontecendo. Ele estava tão convencido de que a terapia funcionava que, quando ela não dava certo, ele simplesmente achava que era necessário ir mais fundo no inconsciente. Só no fim da sua vida, em seus últimos artigos, ele admitiu que os métodos eram inconclusivos em alguns casos.
Istoé -
Mas em algum momento ele foi deliberadamente negligente ou desumano com seus pacientes?
Mikkel Borch-Jacobsen -
Sim, a forma como ele sacrificava seus pacientes no altar das suas teorias é vergonhosa. Marie von Ferstel, por exemplo. Ela era uma mulher rica que sofria de fobias e de constipação. Freud disse a ela que, para resolver esses problemas, ela teria que aprender a se desapegar, por exemplo, do dinheiro. O que ela fez? Transferiu para ele o título de uma das suas propriedades, que ele prontamente vendeu. Eu acho isso imperdoável. Freud simplesmente não era uma pessoa admirável.
Istoé -
De que forma essas revelações atingem a psicanálise hoje?
Mikkel Borch-Jacobsen -
Não vejo como salvar a psicanálise diante de tudo isso. Eu sei que muitas pessoas admiram Freud como um pensador independentemente das vicissitudes de sua prática. Também acho que ele era um gênio, tinha ideias realmente incríveis. Mas as suas teorias são contraditórias demais às suas práticas para serem levadas a sério.
Istoé -
O sr. aponta essas contradições em 31 casos e Freud atendeu pelo menos cinco vezes mais pacientes. Não poderia ser coincidência?
Mikkel Borch-Jacobsen -
Uma das minhas principais fontes de pesquisa foram as entrevistas com pacientes de Freud conduzidas por Kurt Eissler, que era secretário do Arquivos de Freud. Esse material ficou inacessível até 1999, quando Eissler morreu e, a partir daí, começou a ser colocado em domínio público, processo que só deve acabar em 2057. Eissler tinha enorme interesse em defender a memória do pai da psicanálise e se essas entrevistas fossem positivas não teriam sido tornadas confidenciais. Muita coisa ainda será revelada, possivelmente conseguiremos rastrear outros pacientes, mas não acho que as novas histórias irão contradizer as estatísticas que já temos.
Istoé -
Muitas pessoas afirmam hoje ter encontrado conforto na psicanálise. Não há nenhum valor nisso?  
Mikkel Borch-Jacobsen -
No meu ponto de vista, neuroses, como histeria e obsessão, não são doenças mentais, são pedidos de socorro. A análise cumpre, nesses casos, o papel que a religião cumpria antes. As pessoas iam até o padre para buscar respostas e as encontravam. Qualquer uma das centenas de tipos de psicoterapias que existem hoje pode cumprir esse papel. Reconheço que, em alguns casos, pessoas com problemas pessoais podem encontrar conforto no divã.
Istoé -
Mas seus livros parecem tentar destruir a psicanálise.
Mikkel Borch-Jacobsen -
Eu sou um acadêmico e meu único interesse é separar as verdades das lendas. Freud é apenas uma lenda. Ele reescreveu a história de acordo com seus propósitos pessoais.
Istoé -
Essa sua postura crítica em relação à psicanálise acompanhou toda a sua carreira?
Mikkel Borch-Jacobsen -
Não, no início eu era simpático à psicanálise e tinha interesse especial na escola Lacaniana.
Istoé -
E o que essa mudança significou profissionalmente? 
Mikkel Borch-Jacobsen -
Eu era constantemente convidado para conferências e para escrever artigos em revistas até que eu publiquei meu primeiro livro mais crítico sobre Freud. A partir desse momento, não fui mais convidado para nada. Não se pode ser crítico à psicanálise sem sofrer as consequências disso.
Istoé -
O sr. também estudou a psiquiatria. Acredita que esse é um caminho mais válido para tratar doenças mentais?
Mikkel Borch-Jacobsen -
A psiquiatria não é uma teoria única, mas, de forma geral, fez enormes progressos, como se vê, por exemplo, nos diagnósticos de esquizofrenia, depressão e outras doenças. Do ponto de vista da cura, porém, ela não avançou. Temos várias drogas hoje que nos permitem controlar certos sintomas das doenças mentais, mas ainda não há cura para elas e nem mesmo se conhece suas causas. A psiquiatria tenta encontrar soluções, mas ainda não foi bem-sucedida.
Istoé -
Qual é o próximo mito que o sr. pretende desbancar?
Mikkel Borch-Jacobsen -
Agora estou estudando a indústria farmacêutica. Sou muito crítico com as drogas psiquiátricas e, por isso, estou pesquisando esse universo do ponto de vista histórico.  

Fonte: Revista IstoÉ, ed. 2242, 25. Out. 2012.

Cinderella - "Don't Know What You Got (Till It's Gone)"

Arsenal sai perdendo por 4 a 0, mas vira jogo de 12 gols e avança na Copa da Liga Inglesa

Walcott foi o nome da reação espetacular do Arsenal, fazendo três gols nesta terça
Walcott foi o nome da reação espetacular do Arsenal, fazendo três gols nesta terça
Do UOL, em São Paulo

Em um jogo espetacular com 12 gols, o Arsenal venceu o Reading por 7 a 5 nesta terça-feira, na casa do adversário, e avançou às quartas de final da Copa da Liga Inglesa. A equipe de Londres precisou de uma reação espetacular, já que terminou o primeiro tempo perdendo por 4 a 1. Após conseguiu o empate por 4 a 4 na segunda etapa, a partida foi para a prorrogação. No tempo-extra, o time do técnico Arsène Wenger anotou mais três vezes, encerrando o placar e se classificando de maneira épica.


O nome do jogo foi o atacante Theo Walcott. Após o Reading abrir quatro gols de diferença em apenas 37 minutos (gols de Roberts, Koscielny [contra], Leigertwood e Hunt) e torcedores do Arsenal começarem a deixar o estádio Madejski, o veloz ponteiro diminuiu nos acréscimos da etapa inicial.
No segundo tempo, após Koscielny e Giroud deixaram o placar em 4 a 3, Walcott marcou no último minuto de jogo (o juiz deu seis de acréscimo) e levou o duelo para a prorrogação. Depois, ainda anotou seu terceiro, com Chamakh anotando os outros dois do time de Londres - Pogrebnyak ainda fez o quinto do Reading.
Em outros jogos da Copa da Liga Inglesa nesta terça, o Leeds eliminou o Southampton após vencer em casa por 3 a 0. O Aston Villa também avançou, ao eliminar o pequeno Swindon Town com uma vitória por 3 a 2. O Sunderland, por sua vez, foi eliminado, após perder por 1 a 0 para o Middlesbrough. Por fim, o Bradford City deixou o Wigan pelo caminho, ao vencer nos pênaltis após 0 a 0 no tempo regulamentar e na prorrogação.
Fonte: esporte.uol.com.br

PSDB SONHA COM AÉCIO E CAMPOS, DIZ ARTHUR VIRGÍLIO


Por KÁTIA BRASIL

DE MANAUS
AGUIRRE TALENTO
ENVIADO ESPECIAL A MANAUS
O prefeito eleito de Manaus, Arthur Virgílio (PSDB), afirmou ontem à Folha que o "time dos sonhos" de seu partido para as eleições presidenciais de 2014 é a união do senador Aécio Neves (PSDB-MG) com o governador de Pernambuco e presidente do PSB, Eduardo Campos.
"Acho que não é hora de lançar ninguém de São Paulo. Meu time dos sonhos reuniria Aécio e Eduardo Campos, sem importar em qual posição da chapa", afirmou Virgílio.
Lula Marques/Folhapress
O prefeito eleito de Manaus, Arthur Virgílio
O prefeito eleito de Manaus, Arthur Virgílio
De acordo com a avaliação do tucano, essa dupla representa "dois governos aprovados, duas pessoas simpáticas, dois jovens, duas tradições políticas".
Virgílio, 66, venceu a disputa em Manaus com 66% dos votos, ante 34% de Vanessa Grazziotin (PC do B), candidata que teve apoio da presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O tucano, referência do PSDB em seu mandato como senador (2003-2010), passou dois anos afastado da política após ser derrotado por Grazziotin na disputa pelo Senado em 2010.
Agora, ele representa a mais importante vitória do PSDB nas eleições municipais deste ano.
De acordo com Virgílio, "mais do que novos quadros, precisamos de novas ideias". "O PSDB precisa aterrissar no cotidiano e falar a linguagem das pessoas. Está superado isso de partido de intelectuais; não me agrada essa conversa", disse ele.
GANHAR A PRÓXIMA
Para ele, os tucanos serão "ridicularizados" se perderem a disputa pela Presidência em 2014. "Já perdemos três eleições seguidas, tem que ganhar a próxima."
Agora prefeito eleito, ele disse que buscará parcerias com o Palácio do Planalto e criticou a participação da presidente no palanque da sua adversária.
"Entendo ela ter participado, mas presidente não deveria participar de campanha. A instituição da Presidência da República é uma coisa que a gente devia solenizar mais", disse o prefeito eleito.
Para Virgílio, Dilma o tratou com respeito e Lula foi "insultuoso".
"Ele [Lula] falou que eu não gostava de pobre, mas ele era bem pobre quando fui solidário a ele", disse, citando episódio no Estado na década de 1980 em que Lula foi processado sob a acusação de incitar o assassinato de um fazendeiro.
Na ocasião, Virgílio disse que foi ao julgamento dar apoio a Lula e depois jantou com ele. "Em nenhum momento eu tive rancor dele; tive muita tristeza com o que coordenou contra mim."

Warrant - "Heaven"

Uma homenagem à banda de glam metal Warrant e a seu vocalista Jani Lane, falecido em agosto de 2011, aos 47 anos de idade.

Def Leppard - Hysteria

Poison - Life Goes On

domingo, 28 de outubro de 2012

PSOL ELEGE PREFEITO EM MACAPÁ


Clécio Luis é eleito em Macapá



O candidato do PSOL venceu uma disputa concorrida voto a voto com seu oponente Roberto Góes
Foto: Divulgação
Foto: O Globo

Pela primeira vez desde a sua fundação, em 2004, o PSOL vence uma disputa para a prefeitura de uma capital no país, no Estado do Amapá. Com cerca de 50,59% dos votos válidos, Clécio Luis foi eleito prefeito em Macapá, derrotando seu adversário Roberto Góes, do PDT.
O partido de esquerda não teve a mesma sorte em Belém do Pará, onde seu candidato Edmilson Rodrigues perdeu para o tucano Zenaldo Coutinho – que obteve 56,61% dos votos válidos.
O PSDB foi vitorioso também em Manaus (AM), onde elegeu Artur Neto em disputa tranquila. O candidato teve 65,95% dos votos, contra 34,05% de sua adversária Vanessa Grazziotin (PCdoB).
Nas outras duas capitais da região Norte que tiveram segundo turno, PT e PSB saíram vencedores.  Em disputa equilibrada, o petista Marcus Alexandre venceu Tião Bocalom (PSDB) em Rio Branco (AC), com 50,77% dos votos; em Porto Velho (RO), Dr. Mauro Nazif (PSB) foi eleito com 63,03%, contra 36,97% de seu adversário, Lindomar Garçon (PV).
Fonte: Revista Brasileiros

Sete dias em outro mundo


Livro de neurocirurgião americano sobre o que viu e sentiu durante a semana em que esteve em coma reacende interesse pela chamada experiência de quase morte

Mônica Tarantino
Assista ao depoimento de Eben Alexander :
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VIAGEM
O médico Eben afirma ter estado consciente e
viajado para uma outra dimensão do universo
Quando recuperam a consciência depois de sobreviver a traumas graves, algumas pessoas relatam o que teriam vivenciado, como visitas a lugares desconhecidos. Chamadas de experiências de quase morte (EQM), essas situações são estudadas por cientistas interessados nas relações entre o cérebro e a espiritualidade e na compreensão da consciência. É um campo polêmico, no qual há poucas certezas e muitas hipóteses. Na última semana, chegou às livrarias americanas um relato único sobre o tema, escrito na primeira pessoa pelo neurocirurgião Eben Alexander III, do Brigham & Women Hospital e da Harvard Medical School, em Boston, nos Estados Unidos. O livro se chama “Proof of Heaven: A Neurosurgeon’s Journey into the Afterlife” (Prova do paraíso: a jornada de um neurocirurgião à vida após a morte, em tradução livre). É a história de um médico que por mais de 25 anos manteve o ceticismo frente aos testemunhos de EQM de seus pacientes. Há quatro anos, porém, o próprio Alexander passou por uma experiência desse tipo, o que abalou seriamente as suas convicções sobre a natureza dessas vivências. “Não acreditava nesse fenômeno. Para mim, sempre houve boas explicações científicas para essas viagens fora do corpo descritas por pessoas que haviam escapado da morte”, diz o médico.
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Na obra, que o médico considera também uma resposta à descrença polida dos colegas que ouviram sua história, Alexander detalha a odisseia transcendental que experimentou durante a semana em que esteve em coma profundo por causa de uma forma rara de meningite bacteriana. Em estado vegetativo e com poucas chances de se recuperar, ele abriu os olhos no sétimo dia. Nesse período, conta que viu e sentiu coisas estranhas. “Enquanto meu corpo estava em coma, minha consciência viajou para outra dimensão do universo que eu nunca sonhei que existisse”, diz. “É um novo mundo onde somos muito mais do que nossos cérebros e corpos e a morte não é o fim da consciência”, afirma. Perplexo diante do que viveu, ele se questiona: “Os principais argumentos contra as EQM sugerem que elas são resultado do mau funcionamento do córtex (região do cérebro). No meu caso, ele não estava funcionando. Isso está documentado por exames neurológicos.” Disponível também em versão eletrônica, o livro de Alexander será lançado no Brasil em abril de 2013 pela Editora Sextante. 

Como outras pessoas que tiveram uma EQM, Alexander levou meses para começar a entender o que lhe sucedera. Foi assim também com o advogado Solon Michalski, 65 anos, de Petrópolis, no Rio de Janeiro. Aos 21 anos, ele ficou em coma por dez dias após um acidente de carro. “Eu via meu corpo na cama do hospital e ouvia as pessoas chorando. Sentia uma sensação de alívio crescente do desconforto que era estar preso a um corpo machucado”, conta. “Revi também as mancadas que dei na vida e fiquei muito envergonhado antes de recuperar a consciência e abrir os olhos”, conta ele, que teve depois outra EQM. “Foi durante uma cirurgia na perna. Eu via luzes da sala de operação de um ângulo que me deu a impressão de estar colado no teto e percebi que os médicos estavam tentando me acordar”, relata. Por mais de quatro décadas, ele meditou sobre essas sensações, que acabaram mudando sua vida. “Sou uma pessoa melhor. Li muito e entendi que somos parte de um tecido universal que está sempre se ajustando”, diz Michalski.

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No Brasil, as EQM serão em breve investigadas com critérios científicos. Um grupo de professores da Universidade Federal de Juiz de Fora, ligado às redes internacionais de estudo sobre o tema, está prestes a dar início a um estudo para mapear casos de quase morte em pacientes que tiveram parada cardíaca nos hospitais da cidade. “Serão colocadas prateleiras acima dos leitos das UTIs e, em cima delas, figuras impressas de fácil identificação. Tais imagens ficam a 30 centímetros do teto, onde só podem ser vistas por alguém que esteja flutuando”, explica o psiquiatra Alexander Moreira-Almeida, coordenador do Núcleo de Espiritualidade e Saúde da universidade e autor de livros e artigos sobre espiritualidade e saúde. Os pacientes serão também submetidos a testes para descartar doenças neurológicas ou transtornos psiquiátricos.  
Foto: divulgação
Foto: Daniela Dacorso/ag. Istoé

Edivaldo Holanda Júnior é o novo prefeito de São Luís


Foto: Paulo Soares/O Estado








SÃO LUÍS - O advogado Edivaldo Holanda Júnior (PTC), da coligação “Muda São Luís”, foi o candidato eleito em São Luís na disputa eleitoral à prefeitura do município, no segundo turno.
O novo prefeito teve 280.809 dos votos válidos, que corresponde 56,06% de votos. O postulante João Castelo (PSDB) teve 43,94% das votações, obtendo 220.085 dos votos. Dos 678.070 eleitores, 528.631 (77,96%) compareceram às urnas. Os votos em brancos e nulos somam 5,25% da totalidade dos votos.
Perfil
Edivaldo Holanda Júnior foi eleito logo na sua primeira disputa à prefeitura da capital maranhense. Ele assume o comando do município aos 34 anos. Atualmente ele é deputado federal e por duas vezes consecutivas elegeu-se vereador de São Luís. A primeira, aos 26 anos, com 3.376 votos.
Nas eleições de 2010, elege-se deputado federal com 104.015 votos. No ano seguinte, conquistou a liderança de seu partido na Câmara Federal. Na Câmara dos Deputados, Edivaldo Holanda Júnior ocupou a vice-presidência da Comissão de Legislação Participativa do Congresso Nacional. Foi escolhido pela coligação “Muda São Luís” (PC do B, PSB, PDT e PTC), como candidato à prefeito de São Luís, tendo como seu vice o ex-deputado Roberto Rocha (PSB).
Primeiro turno
No primeiro turno o candidato Edivaldo Holanda Júnior conquistou 186.184 votos, ou 36,44% dos votos considerados válidos, contra 156.320 votos de seu oponente, ou 30,60% dos votos válidos.
Como justificar
O eleitor que deixou de justificar o voto hoje (28) terá prazo de até 60 dias para entregar o formulário em qualquer cartório eleitoral. Quem faltou ao primeiro turno tem até 6 de dezembro para justificar a ausência. Já quem não puder votar no segundo turno tem até o dia 27 do mesmo mês. O eleitor que não votar em três eleições consecutivas, não justificar sua ausência e não quitar a multa devida terá sua inscrição cancelada. Para efeito de cancelamento, cada turno é considerado como uma eleição.
Fonte: Portal Imirante

BRAZIL'S NORTH-EAST: THE PERNAMBUCO MODEL


Eduardo Campos is both modern manager and old-fashioned political boss. His success in developing his state may make him his country’s next president













IN THE 1980s an American anthropologist, Nancy Scheper-Hughes, carried out fieldwork in Timbaúba, a town in the sugar belt of Pernambuco state, in Brazil’s north-east. She described a place seemingly resigned to absolute poverty. The back-breaking task of cutting sugar cane by machete provided ill-paid work for only a few months of the year. The deaths of young children from disease and hunger were accepted “without weeping”.
Traces of that bitter world survive in Timbaúba. In Alto do Cruzeiro, a poor suburb on a hilltop overlooking the town, Severina da Silva, a maid who also runs a shop in her living room, says that some people still go hungry. She is 48 but looks 20 years older. A 31-year-old cane cutter nicknamed “Bill” has six children—a throwback to the days when people had big families instead of pensions. But Bill has a labour contract, with full rights; he gets a stipend and a small plot from the state government to see him through the idle months.
That is part of a broader social safety net provided by democracy in Brazil. It includes non-contributory pensions for rural workers. Some 6,000 of the town’s poorest residents take part in Bolsa Família, a cash-transfer scheme started by Luiz Inácio Lula da Silva, Brazil’s president from 2003-10, who was born near Timbaúba. Thanks partly to this cash injection, the town now boasts car and motorbike dealers, new shops, a bank and restaurants.
That is a ripple from a broader flood of investment that has made Pernambuco one of Brazil’s fastest-growing states. Once Europe’s most lucrative Atlantic colony, it languished for centuries. While sugar estates on the plains of São Paulo mechanised with world-beating efficiency, those in Pernambuco’s rolling hills struggled.
Revival began with a new port at Suape, south of Recife. Its hinterland is now a sprawling industrial complex. Some 40,000 workers are building a vast oil refinery and petrochemical plants for Petrobras, the state-controlled oil company. A new shipyard and wind-power plants rise among the mangroves.
Suape is a monument to federal money, industrial policy and an alliance between Lula and Eduardo Campos, Pernambuco’s ambitious governor. But the state’s boom goes wider. Rising incomes have helped Mr Campos attract private investment. Fiat is to start work on a car plant beside the main road north of Recife. A host of smaller food, textile and shoe factories are now setting up in the state’s poor interior, including Timbaúba. While the rest of Brazil worries about deindustrialisation, Pernambuco does not: since Mr Campos became governor in 2007, industry’s share of the state’s economy has risen from 20% to 25%, and will reach 30% by 2015, he says.
This boom has brought nearly full employment—and created an acute skills shortage. The refinery is years behind schedule, as is the shipyard’s order book, partly because illiterate former cane-cutters make poor welders.
To try to remedy that, Mr Campos has teamed up with the Institute for Co-Responsibility in Education (ICE), a private educational foundation, to reform the state’s middle schools. More than 200 of these now operate an eight-hour day, rather than the four-hour shifts common in Brazil. In return, the government has raised teachers’ salaries and added bonuses tied to results. It is also trying to chivvy mayors into improving primary schools through extra funds and other incentives. That is vital: on average, pupils arrive in middle schools aged 15 with a three-year learning deficit, says Marcos Magalhães, ICE’s founder. Pernambuco is rising up the rankings of state educational performance.
Mr Campos’s critics say he should do more to tackle poverty. Alongside the opulent residential blocks towering over its palm-fringed beaches, Recife has 600 favelas (slums), and its lagoons are fetid with untreated sewage. He replies that his government is doing what it can to help the generation scarred by the poverty of cane-cutting, particularly in the drought-stricken semi-desert region farther inland. But his bold bet is that infrastructure, private investment and better education will eliminate the causes of his state’s misery. “We are turning off the flow of poverty while looking after the stock,” he says, using his trademark management-speak.
So far that bet has paid off. Mr Campos won a second term in 2010, and his Brazilian Socialist Party did well in this month’s municipal elections, in Pernambuco and beyond. He is nominally an ally of Dilma Rousseff, Lula’s successor as president. But he is also a potential threat to her winning a second term at the 2014 election.
Mr Campos was born into politics. Miguel Arraes, his grandfather, was an old-fashioned socialist and Pernambuco’s governor both before and after Brazil’s 1964- 85 military dictatorship. Mr Campos says Arraes taught him that politics is about “bringing people together, rather than dividing them.” Some in Recife complain that he has learned that lesson too well and become a modern version of a traditional north-eastern coronel (political boss), shrinking from challenging the old rural order, trading support for jobs and favours and freezing out dissenters.
But his defenders say he gets things done. He was lucky that his less-heralded predecessor laid the foundations of Pernambuco’s renaissance. He has built on them by modernising the state. He faced down the trade unions over school reform and brought private managers to state hospitals. He has set hundreds of targets for his administration, and harries his aides to achieve them. One that he recognises he must meet—or pay a political price—is to finish a new football stadium in Recife in time for next year’s warm-up tournament for the 2014 World Cup. As both the main parties that have run Brazil since 1995 lack new faces, Mr Campos’s success in Pernambuco has turned him into the country’s most-watched politician.
Fonte: The Economist

Até mesário hostiliza Lewandowski em seção eleitoral de SP


O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Ricardo Lewandowski (centro) passou por constrangimento na saída do colégio Mario de Andrade, no Brooklin, em São Paulo, onde votou por volta das 12h deste domingo (28). Enquanto o revisor dava entrevista, uma eleitora se aproximou e disse: 'Que nojo!'. Em seguida, ela saiu do colégio 

ANNA VIRGINIA BALLOUSSIER
DE SAO PAULO

Após votar, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Ricardo Lewandowski foi hostilizado por eleitores, que o criticavam pela absolvição de réus do mensalão, como o ex-ministro José Dirceu.
Para diminuir os riscos de tumultos, o juiz Alexandre David Malfatti, responsável pela zona 258, na região sul de São Paulo, onde vota o ministro, determinou a expulsão de três repórteres do colégio estadual Mario de Andrade.
A imprensa, segundo o juiz, não pode acompanhar o voto do ministro. "Para fim de resguardo do voto do eleitor", afirma Cláudia Ciscolo, chefe do cartório, que falava em nome de Malfatti.
Ao longo da manhã, a menção ao nome do ministro, revisor do mensalão, provocou reações negativas entre os eleitores do colégio. O ministro votou pela absolvição de réus do processo, entre eles, José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil durante o governo Lula.
"Nunca vi isso, pelo contrário, só recebo cumprimentos. Muitas pessoas querem tirar foto comigo. Você vê aqui a tranquilidade. Entrei na fila como um cidadão comum, pela porta da frente."
No primeiro turno, Lewandowski entrou pela porta dos fundos da escola.
Enquanto se preparava para votar, o ministro foi hostilizado por eleitores, que disseram "nojo" e "vergonha nacional". Ao fim da votação, um dos mesários perguntou a ele se já havia dado "um abraço em José Dirceu".
Na saída, Lewandowski defendeu seu papel de revisor no mensalão. "É como alguém com um problema sério de saúde, que vai ao médico e depois pede uma segunda opinião."
O ministro, no entanto, estava sorridente e descartou que o julgamento dos processo possa influenciar no resultado das eleições.

Fonte: Folha de São Paulo Eleições 2012

Education spending in Brazil


Coming soon: the world’s priciest classrooms


Brazil’s lower house of Congress approved a National Education Plan for the next decade. It sets a target for public education spending at 10% of GDP by 2020, which would be the highest share in the world. According to the OECD’s latest issue of Education at a Glance, Denmark currently ranks first at 8.7%, with only a handful of other northern European countries above 7%. Brazil’s president, Dilma Rousseff, had tried to get allies in Congress to keep the target to a still-extravagant 8%, but failed. The Senate is now considering the plan, and is considered unlikely to change the figure. After that Ms Rousseff will have to choose between accepting the budget-busting target, or inviting opprobrium by vetoing it.
Brazil certainly is backwards in education. Though it does better than ten years ago in the OECD’s PISA studies, which test 15-year-olds’ literacy, numeracy and scientific knowledge and skills, it is still very near the bottom of the pack. But its problems do not stem from lack of money. Public spending on education is not particularly low, at 5.7% of GDP, and more generally its government consumes 36% of GDP, wildly out of line with other middle-income countries. Brazilians will often tell you they pay taxes like Europeans, and get African public services in return.
I asked Barbara Bruns of the World Bank, who recently wrote a book about education in Brazil, what she thought would be the result of almost doubling education spending. Here’s what she said:
A strong social consensus in favor of improving education is never a bad thing, so this legislation has a positive side. But there is no shortage of global evidence showing that spending more on education guarantees nothing. Focusing on results per unit of spending—which currently vary a lot across different states and municipalities—is a much smarter first step. Exploiting the decline in the school age population—which offers the potential for major increases in teacher salaries over the next few years—is a smarter second step.
When those gains are in the bag, increasing the share of GDP spent on education could be the icing on the cake. But doing those things in reverse order only guarantees higher costs and ultimately—since no country can afford to spend infinitely on education—less progress towards world class education.
Ms Bruns has a much better idea for improving schooling in Brazil: spending smarter, not more.
Brazil has one of the world's best systems for monitoring education results, and so it's ahead of a lot of other countries in being able to track how it is doing. It also has a lot of very dynamic state and municipal education systems. The share of GDP Brazil currently spends on public education is already relatively high, compared with OECD and other developing countries. Spreading the lessons of where that spending today is producing results will be the most powerful driver for future improvement.
 Fonte: The economist

sábado, 27 de outubro de 2012

Bonnie Tyler - "Faster Than The Speed Of Night" (Live - 2010)




Faster Than The Speed Of Night

I don't want to let another minute get by
They're slipping through our fingers, but we're ready to fly
The night'll be our cover and we'll huddle below
We got the music in our bodies and the radio

And when the morning arrives it'll all be gone
Disappearing in (to) the crack of dawn
We better make our move now before the sun is awake
It's time to put up or shut up and to pick up the pace

And I don't want to let another minute get by
Love is going to get us while the moon is in the sky
We may be running out of night, but never running out of steam
We're acting on a hunch, and we'll be acting out a dream

There really isn't any time to lose
They're going to catch us if we wait until it gets too light
You're such a pretty boy
Let me show you what to do, and you'll do it
But you gotta move faster
Faster than the speed of night
Faster than the speed of night
Faster than the speed of night
It's all we ever wanted
And all we'll ever need
And it's slipping through our fingers
Faster than the speed of night

Faster than the speed of night
Faster than the speed of night
It's all we ever wanted
And all we'll ever need
And it's slipping through our fingers
Faster than the speed of night

Faster than the speed of night
Faster than the speed of night
Faster than the speed of night
Faster than the speed of night

Let me show you how to drive me crazy
Let me show you how to make me feel so good
Let me show you how to take me to the edge of the stars and then back again
You've gotta show me how to drive you crazy
You've gotta show me all the things you want to happen to you
We've gotta tell each other everything we always wanted someone to do

I don't want to push you now and I don't want to rush
We're getting closer every second now, but close is not enough
The night'll be our cover and we'll huddle below
We got the music in our fingers and the radio

There really isn't any time to lose
We're going to lose it if we wait until it gets too light
You're such a pretty boy
Let me show you what to do, and you'll do it
But you gotta move faster
Faster than the speed of night

Faster than the speed of night
Faster than the speed of night
It's all we ever wanted
And all we'll ever need
And it's slipping through our fingers
Faster than the speed of night

Faster than the speed of night
Faster than the speed of night
It's all we ever wanted
And all we'll ever need
And it's slipping through our fingers
Faster than the speed of night

Faster than the speed of night
Faster than the speed of night
Faster than the speed of night
Faster than the speed of night

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