Quem sou eu

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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

domingo, 31 de maio de 2015

Ramones - "Needles And Pins" (live 1978)

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Projeto prevê criação de banco de DNA de pedófilos

A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8041/14, que prevê a criação de um banco de DNA contendo as informações genéticas de pessoas que cometeram crimes sexuais contra crianças e adolescentes.

O projeto foi apresentado pela comissão parlamentar de inquérito (CPI) destinada a apurar denúncias de turismo sexual e exploração sexual de crianças e adolescentes, que funcionou na Câmara na legislatura passada.

O projeto altera a Lei 12.037/09, que hoje diz que a identificação criminal poderá incluir a coleta de material biológico para a obtenção do perfil genético. No caso de crimes sexuais praticados contra crianças e adolescentes, a obtenção de informações genéticas dos pedófilos e criação de banco de DNA específico será obrigatória.

A ideia é facilitar a identificação de pedófilos recorrentes, conforme justificativa apresentada pela CPI.

Tramitação

O projeto será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania; e pelo Plenário.

Fonte: Site Âmbito Jurídico

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Os limites da meritocracia na educação (por Helio Gurovitz)

Por Helio Gurovitz

Nesta semana será lançado aqui no Brasil Quando a máscara cai, livro em que o escritor americano Walter Kirn – conhecido como roteirista do filme Amor sem escalas, com George Clooney e Vera Farmiga – narra sua insólita amizade de mais de dez anos com um homem que se identificava como Clark Rockefeller e, depois, revelou-se um falsário, farsante e assassino. É uma história espetacular, cujos ingredientes de suspense e mistério têm tudo para fazer dela um sucesso. A questão suscitada pelo caso de Rockefeller é: como alguém pôde enganar tantos por tanto tempo? A melhor resposta foi dada por Kirn, mas num livro anterior, ainda sem tradução no Brasil: Lost in the meritocracy (Perdido na meritocracia). Nele, Kirn narra sua própria trajetória de enganador. Conta como desenvolveu um talento incomum para responder exatamente aquilo que seus professores queriam ouvir e tornou-se um especialista em todo tipo de prova, teste de aptidão e entrevista – sem reunir conhecimentos sólidos sobre coisa alguma. Seu sucesso sem nenhum mérito, como ele mesmo reconhece, revela não apenas os limites do competitivo sistema americano de ensino. Mostra também o equívoco de basear a educação exclusivamente na classificação dos estudantes por meio de notas, grifes, insígnias ou degraus cada vez mais altos e inacessíveis – que conduzem a lugar algum.
 
LIVRO DA SEMANA Lost in the meritocracy  (sem tradução) Walter Kirn  Doubleday 2009 211 páginas US$ 25 (Foto: Divulgação)
Kirn se descreve como um “filho natural da meritocracia”. Meritocracia é aquele sistema que avalia alunos, professores e escolas em provas, depois premia quem se sai melhor. Procura conferir, por meio de métricas e números, mais objetividade aos critérios de avaliação. Em princípio, nada mais justo. O efeito colateral é, nas palavras de Kirn, valorizar quem, como ele, demonstra “aptidão para mostrar aptidão”. “Eu vivia para prêmios, placas, citações, estrelas e nem pensava em algum objetivo, além da minha aparição nas listas de honrarias”, escreve. “Aprender era secundário, ser promovido era primário.” Desde os 5 anos, Kirn foi a mascote dos professores. Concursos de ortografia, debates simulados, sinônimos e antônimos, o tempo de encontro de caminhões trafegando em direções opostas – todo tipo de desafio era visto como mais um passo na escalada que o conduziu de uma fazenda no interior do Minnesota à renomada Universidade Princeton. Lá, passou a dominar o uso de um vocabulário cifrado, de significado obscuro, e desenvolveu uma competência inigualável para a embromação acadêmica. Descobriu então, na marra, que o mundo era mais complexo. O primeiro choque foi social. Suas origens humildes o depreciavam naquele ambiente de patrícios. Ele se atirou a um universo de drogas, vandalismo, sexo e pretensões artísticas duvidosas, que o levou ao colapso nervoso e à afasia. Kirn só se recuperou após um verão de trabalho ameno na biblioteca. No final de seu curso em Princeton, sofreu a primeira derrota na infindável escala meritocrática: foi preterido na concorrida bolsa de estudos Rhodes, para cursar pós-graduação em Oxford, Inglaterra. Mesmo assim, acabou por lá graças a uma outra bolsa, menos conhecida. Só então Kirn diz que começou a estudar por prazer, não pela ambição de reconhecimento. Seu maior aprendizado em Princeton, aquilo que faz dele um excelente escritor, veio de fora das classes. “Não é o que aprendemos na aula que determina o que nos tornamos, são nossas experiências.”
Seu livro nos coloca diante de uma reflexão fundamental em matéria de educação. A palavra “meritocracia” tem sido adotada como mantra por todos aqueles que defendem a reforma no sistema de ensino brasileiro, sobretudo por fundações e institutos mantidos pelo capital privado. Não é que eles estejam errados. É preciso mesmo vencer a resistência corporativa dos sindicatos de professores, encastelados em seus privilégios e avessos a qualquer sistema de avaliação de suas competências. Mas de nada adianta idolatrar os modelos coreano, chileno e finlandês, ou alimentar uma casta de doutores que dominam conhecimentos esdrúxulos em inglês, alemão, chinês – se nosso problema real é ensinar português e matemática às crianças brasileiras da periferia. Apenas a meritocracia não dará conta de transpor o fosso social ou de romper nossa singularidade cultural, que resiste a aceitar o valor do conhecimento – ou alguém aí viu algum vídeo de algum ex-presidente no Facebook sobre os últimos livros que leu ou os últimos desafios de matemática que resolveu? Para um aluno aprender, o mais importante são os exemplos, atitudes, valores. Os sistemas meritocráticos não se preocupam com isso. Inspirados em técnicas de avaliação empresarial, eles só atuam sobre aquilo que é possível para medir; transformam o talento numa espécie de moeda, acumulada aos milhões e bilhões. Só que, em educação, é verdade que dá para medir muita coisa – menos o que importa.
Fonte: Revista Época Online - Sessão colunas e blogs

domingo, 17 de maio de 2015

FUTURO DO PRETÉRITO OU OS ANOS 2000 IMAGINADOS EM 1900

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O futuro do pretérito é um tempo verbal da Língua Portuguesa. Indica ações hipotéticas, incertas ou irreais. Em 1900, o futuro era incerto, mas com um leque aberto de novas possibilidades. Através de alguns postais daquela época, podemos perceber mais que o futuro, ou o que todos esperavam dele: vemos o tempo contemporâneo aos desenhos.
Para se entender a visão de futuro ilustrada nestes cartões postais, é preciso voltar ao passado. A passagem do século XVIII para o XIX se dá sob o signo mágico da Revolução Industrial. A relação das pessoas com a produção de bens se modificou. Se antes o artesão colhia a matéria-prima, desenvolvia o produto, comercializava e obtinha algum lucro, após a Revolução Industrial isso já não existia: todos passaram a ser consumidores. O trabalho passou de uma ferramenta para a sobrevivência física a uma ferramenta para a existência plena.
Dentro desse quadro histórico, temos duas mudanças que foram essenciais para que esses postais fossem desenhados imaginando um futuro tão majestoso: o aparato técnico surgido nessa época e a distinção entre o momento do trabalho e o do lazer. Para os contemporâneos de 1900, o ar seria um “território colonizado” e as distâncias se encurtariam.
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Uma das preocupações mais evidentes quando se examina esses postais diz respeito aos transportes. A grande maioria deles imaginava que no futuro todos teríamos a possibilidade de voar. Ajudados por máquinas diversas: balões que nos proporcionariam andar sobre a água, trens que carregariam as cidades de um lugar ao outro, veículos individuais de voo, um trem submarino, protótipos do que mais tarde seriam os patins, enfim, a possibilidade de uma locomoção facilitada era uma ideia que definitivamente encantava.
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A preocupação com a segurança aumentava junto com o aumento do poder de posse. Máquinas capazes de deter tempestades, uma espécie de redoma para proteger a cidade das intempéries, um aparelho de raios-X que facilitaria o trabalho da polícia e veículos de guerra eram algumas das inovações pensadas para aumentar a segurança.
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No campo do lazer, já se começava a pensar na indústria cultural de massa. Algumas ilustrações mostram o desejo de aliar o conforto da própria casa com o divertimento oferecido pela cidade: a possibilidade de ouvir as notícias do mundo através de uma espécie de gramofone, ouvir uma apresentação de ópera confortavelmente deitada no seu divã, e em alguns casos a hipótese de também ver essa apresentação.
A vida urbana aproximou as pessoas. Apesar de o capitalismo ser um regime que se baseia no individualismo, ele não teve força para lutar com o que é intrínseco ao ser humano: ser social. Tudo o que sempre se quis foi diminuir fronteiras, aproximar pessoas, lugares e coisas. O que será que diriam os nativos de 1900 das nossas redes sociais?
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Fonte:
© obvious: http://obviousmag.org/archives/2011/10/futuro_do_preterito_ou_os_anos_2000_imaginados_em_1900.html#ixzz3aRZL34zX 
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sexta-feira, 8 de maio de 2015

Rússia celebra os 70 anos da vitória contra os nazistas


Com mais de 16.000 soldados, blindados, aviões e um desfile militar na Praça Vermelha de grande magnitude até mesmo para os padrões belicistas do país, a Rússia celebra neste sábado o 70º aniversário da vitória contra a Alemanha nazista, uma demonstração de força de Vladimir Putin ignorada pelos líderes ocidentais. Cada 9 de maio carrega sua mensagem: se em 2014 o presidente russo assistiu um desfile militar em uma Crimeia recém-anexada, este ano estará só na Praça Vermelha, rodeado apenas pelos dirigentes de Cuba, Índia e China, mas sem nenhum líder europeu de primeira grandeza e sem a presença de um alto representante dos Estados Unidos - país aliado dos russos na II Guerra Mundial.
Apesar de Putin ainda ser popular para boa parte dos russos, ele se transformou em um pária para as democracias ocidentais após a anexação da Crimeia e o envolvimento dos russos nos conflitos separatistas no leste da Ucrânia. "Somos fortes, não mexam conosco, essa é a mensagem que o desfile vai enviar este ano", adverte Alexandre Baunov, pesquisador do Centro Carnegie de Moscou. "A Rússia quer dizer ao Ocidente: 'Nos bastamos sozinhos'", diz Igor Koroshenko, do Conselho Consultor do Ministério de Defesa russo.
Um ano após o início da crise na Ucrânia, a lista de convidados que confirmaram presença no desfile ilustra o isolamento de Moscou. "Em 9 de maio vamos ter uma amostra de verdade do vazio entre Rússia e Europa", disse Baunov. A grande maioria dos dirigentes ocidentais, seus aliados quando se tratava de vencer a Alemanha nazista, declinaram o convite para 9 de maio em Moscou e criticam seu apoio e fornecimento de armas para os separatistas pró-russos no leste ucraniano.
A Rússia pode contar, apesar disso, com a presença do ditador cubano Raúl Castro, do cipriota Nicos Anastasiades, do chinês Xi Jinping e do indiano Narendra Modi. Também estarão lá os dirigentes dos territórios separatistas georgianos de Abecásia e Ossétia do Sul, não reconhecidos pela Comunidade Internacional. Alguns optaram por viajar para Moscou sem participar das comemorações, como o presidente tcheco Milos Zeman e o primeiro-ministro eslovaco Robert Fico, que não assistirão ao desfile, além da chanceler alemã Angela Merkel, que vai chegar à capital russa no dia seguinte. Dos 68 dirigentes convidados, estarão somente 22, além do Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, e da Diretora-Geral da UNESCO, Irina Bokova.
'Dia de orgulho' - A Rússia celebra todos os anos a vitória aliada na II Guerra Mundial em 9 de maio - a rendição foi assinada na noite de 8 de maio de 1945 em Berlim, 9 de maio na hora de Moscou - com um grande desfile militar na Praça Vermelha. "É um dia de glória, um dia de orgulho para nosso povo, um dia que marca nossa mais alta veneração a uma geração de vencedores", declarou Vladimir Putin. O aniversário da vitória, pela qual morreram pelo menos 27 milhões de soviéticos, é considerado por 42% dos russos como a festa mais importante do ano, na frente do Natal ou de seus próprios aniversários, segundo uma pesquisa recente do centro independente Levada.
Alemanha - Os alemães lembraram nesta sexta os 70 anos do fim do nazismo, comemorando uma libertação tanto para o país quanto para toda a Europa, durante uma cerimônia no Reichstag, sede do Parlamento. O fim da II Guerra Mundial foi "para todo o continente um dia de libertação", mas não "um dia em que os alemães conseguiram se libertar sozinhos", declarou o presidente do Parlamento, Norbert Lammert, que agradeceu aqueles que, pagando "o preço de perdas impensáveis, colocaram fim ao reino do terror nazista".
"Hoje, lembramos as milhares de vítimas de um trabalho de destruição sem precedentes, lançado contra outros povos e nações, contra os eslavos, contra os judeus europeus", acrescentou Lammert. A cerimônia foi acompanhada pela chanceler alemã, Angela Merkel, pelo presidente, Joachim Gauck, e pelos deputados das duas câmaras do Parlamento alemão. Segundo uma pesquisa da YouGov publicada no fim de abril, 76% dos alemães consideram o fim da guerra uma libertação de seu país, mais que uma derrota militar.
(Da redação de Veja.com.br)

Manifesto do Papel: ode a um dos materiais mais celebrados da arte

Por Suzanne Tanoue
O papel, em sua diversidade de texturas, tipos de fibras, gramaturas, é o primordial suporte da criação na arte: o meio pelo qual artistas põem em prática sua criatividade, a base em que ocorrem o registro e a experimentação necessárias para o nascimento de obras.
Pensando nisso, será lançado em maio o Manifesto do Papel, evento que surgiu da necessidade do entendimento e da valorização do papel na arte. A exposição, que abre o evento no próximo sábado, 9 de maio, traz pinturas e esculturas dos mais talentosos artistas da nova safra, integrantes doCocoon Collective – Cako Martin, Danilo Kato, Digo Cardoso, Fepe Camargo, Maíra Fukimoto, Yara Fukimoto e Zansky de Zaster. Todos os trabalhos utilizam os diversos tipos de papéis Canson® , entre eles, artísticos, especiais, 100% algodão.
Manifesto-do-Papel--Maira-FukimotoMaíra Fukimoto
Manifesto-do-Papel-Danilo-Kato Danilo Kato
Manifesto-do-Papel-Digo-Cardoso Diego Cardoso
manifesto-do-papel-fepe-camargoFepe Camargo
manifesto-do-papel-zanksy Zansky de Zaster
manifesto-do-papel-zupi Cako Martin
Manifesto-do-Papel-Yara-Fukimoto Yara Fukimoto
Na abertura da exposição, a Canson® Brasil vai distribuir entre os presentes 600 kits especiais – contendo amostras dos mais diversos tipos de papéis, lambe-lambe serigrafado com frases diversas entre outras surpresas, além de um cartão de desconto nas compras de papéis da Canson em lojas de materiais artísticos apoiadoras do evento.
O Manifesto do Papel continua durante todo o mês de maio com oficinas de arte na Galeria Casa Sinlogo que tem como objetivo valorizar o emprego do papel nas artes em toda a sua complexidade.
A ideia é mostrar como a variedade de tipos de fibra, textura, gramaturas e cores — bem como a pesquisa aplicada — do papel pode oferecer ao artista a oportunidade de trabalhar com as mais diferentes técnicas, garantindo excelência no resultado estético e na durabilidade na obra.
Nas 12 oficinas, gratuitas, com duração de 4h e com limitação de até 20 pessoas, profissionais de várias vertentes das artes visuais vão ministrar palestras permitindo aos participantes conhecer mais sobre técnicas artísticas que utilizam papéis como suporte e experimentá-los como por exemplo na serigrafia, graffiti e aquarela, além de sua utilização no processo criativo e impressão.
A agenda de oficinas abrirá a partir do dia 09/05 e as inscrições serão feitas pelo site da galeria Sinlogo

MANIFESTO DO PAPEL 
Data: 9 de maio (sábado)
Horário: das 15h às 21h
Local: Galeria Casa Sinlogo
Endereço: Rua Oscar Freire, 2221 – Pinheiros -SP
Fonte: Zupi.com.br

As fotografias subquáticas de Jorge Cervera Hauser

Jorge Cervera Hauser é um talentoso fotógrafo e produtor baseado na Cidade do México, México. Jorge nasceu em 1984, ele foi o vencedor do reality show do Animal Planet Unearthed em sua segunda temporada, tendo o seu documentário transmitido em todo o mundo através da Discovery Networks.
Jorge clica fotos surpreendentes de tartarugas, jacarés, tubarões, baleias, golfinhos e aventuras relacionadas com o mar.
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 Fonte: Zupi.com.br

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