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segunda-feira, 2 de abril de 2012

Argentina alerta bancos contra apoio a petrolíferas nas Malvinas


O governo argentino ameaçou com ações legais bancos britânicos e norte-americanos que ofereçam assessoria ou até mesmo que escrevam relatórios de pesquisa sobre companhias envolvidas na emergente indústria de petróleo das ilhas Malvinas, segundo o jornal britânico Sunday Telegraph.
Até 15 bancos receberam cartas de advertência em espanhol, enviadas pela embaixada da Argentina em Londres, informou o jornal.
As cartas visam cortar a ajuda financeira para cinco companhias de exploração listadas em Londres e que estão em busca de petróleo na região, entre elas a Rockhopper Exploration, a Borders & Southern e a Falkland Oil & Gas.
A Argentina já afirmou que penalizará as empresas que trabalharem com companhias de perfuração de petróleo que explorarem as águas situadas a alguma distância da costa, ao largo das ilhas do Atlântico Sul.
A disputa verbal sobre a soberania das ilhas se intensificou nos últimos meses, pouco antes do trigésimo aniversário da Guerra das Malvinas.
Os bancos para os quais a embaixada enviou as cartas incluem instituições que assumiram papeis de assessoria e financiamento para as empresas de exploração, como aquelas que escreveram relatórios sobre o tema, segundo o Sunday Telegraph.
As cartas, que não apresentam assinaturas, afirmam que os bancos, incluindo Royal Bank of Scotland, Barclays Capital e Goldman Sachs podem enfrentar ações criminais e civis em tribunais argentinos.
A embaixada da Argentina em Londres não respondeu a ligações feitas neste domingo, e de acordo com o jornal nenhum dos envolvidos quis comentar o assunto.
Arte/Folhapress
Fonte: Folha.com

sábado, 31 de março de 2012

Falha põe em causa dados de milhões de cartões de crédito


A Visa e a Mastercard estão, desde o início da semana, a alertar os bancos norte-americanos para uma falha nos seus processadores de cartões de créditos. Os dados de mais de 10 milhões de clientes podem ter sido comprometidos. As duas empresas admitem que parte dessa informação está nas mãos de terceiros e que pode, assim, ser usada para criar cartões falsos. 
<p>A Visa e a Mastercard asseguram que os dados dos seus clientes não foram comprometidos</p>
Os alertas chegaram aos responsáveis bancários de forma discreta, mas acabaram por ser revelados nesta sexta-feira por Brian Krebs, um antigo jornalista do Washington Post, no seublogue dedicado à segurança. Horas depois, a história chegava ao Wall Street Journal, que escrevia por sua vez que a falha de segurança tinha sido responsabilidade da Global Payments. O que conduziu a uma queda superior a 9% no valor das acções daquela empresa de processamento de cartões.

A Global Payments, que diz liderar o seu segmento de mercado, informou, através de um comunicado, que “identificou e reportou o acesso não autorizado a parte do seu sistema de processamento” no início de Março. Foi então que avisou a Visa e a Mastercard, para permitir “minimizar o potencial impacto” nos clientes. A empresa não especifica o tipo de dados comprometidos, mas admite que a acção de hackers esteja na base desta falha.

Segundo Brian Krebs, o processador da Global Payments manteve-se vulnerável de 21 de Janeiro a 25 de Fevereiro. O número que está a ser avançado de clientes potencialmente envolvidos – mais de 10 milhões – é referido no seu blogue. No entanto, nenhuma das três empresas afectadas pela falha de segurança se compromete com qualquer número.

Além da Visa e da Mastercard, também foi afectada parte dos clientes da Discover, a terceira maior empresa do sector. São as três norte-americanas. A Discover está, segundo a BBC, a monitorizar as suas contas e, se necessário, irá proceder à emissão de novos cartões. A Visa e a Mastercard, por outro lado, asseguram que os dados dos seus clientes não foram comprometidos – e referem as sucessivas camadas de segurança que aplicam aos seus cartões. Mas também estão a investigar.

No alerta endereçado aos bancos, a Visa – que remete todas as responsabilidades pela falha a “terceiros”, ou seja, a Global Payments – refere que a investigação “ainda está na fase inicial”. No entanto, a acreditar na Global Payments, esta já decorre há quase um mês. A empresa diz que, no início de Março, deu conta do problema às autoridades federais e deu início à sua própria investigação, “envolvendo imediatamente peritos externos em análise forense de tecnologias da informação”.

Nesta fase, os especialistas estão a cruzar os dados de utilização dos cartões de crédito das três empresas, no período afectado, para tentar encontrar padrões ou dados coincidentes – o que significa que estão convencidos de que a falha de segurança se deve à acção dehackers e não ocorreu devido a problemas no sistema.

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