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terça-feira, 5 de março de 2013

Pesquisas já registram 24 casos de 'cura funcional' de HIV


O relato sobre o controle do HIV por longo prazo feito pelos médicos americanos é o primeiro caso em uma criança mas já é o terceiro trabalho a sugerir que estratégias mais agressivas no uso dos antirretrovirais podem tomar lugar de destaque no combate à infecção.
De dois anos para cá, a busca da erradicação da doença tem sido não só uma meta de estudos com vacinas, mas também daqueles com drogas terapêuticas.
"Alguns anos atrás, as pessoas estavam entusiasmadas com o que ocorria na pesquisa da vacina e acreditavam que ela estivesse ao alcance, mas as falhas em testes nos colocaram diante de uma perspectiva mais realista", diz Daria Hazuda, chefe de pesquisa em doenças infecciosas do laboratório MSD e participante do congresso nos EUA onde a "cura funcional" do bebê foi anunciada.
Hazuda trabalhou, no ano passado, em um teste clínico que conseguiu despertar as reservas de HIV que ficavam escondidas no corpo de pacientes após o tratamento e que impediam uma limpeza definitiva da infecção.
Uma vez "acordado", o HIV latente pode ser localizado pelas drogas dentro do organismo e, depois, aniquilado. No teste, feito em colaboração com a Universidade da Carolina do Norte, oito pacientes podem ter sido "curados" da infecção, apesar de um tempo maior de observação ser necessário para confirmar a descoberta.
O Instituto Pasteur, da França, também anunciou, no ano passado, ter identificado 14 soropositivos que estão sem sinais do HIV há sete anos, apesar de terem parado de tomar os medicamentos. Conhecido como "coorte Visconti", esse grupo havia passado por três anos de terapia antirretroviral intensa antes de cessar o tratamento, monitorado por médicos.
Juntos de Timothy Brown, conhecido como o "paciente de Berlim", e a criança, os relatos de "cura funcional" agora já somam 24 pacientes.
Brown, porém, foi submetido a um processo singular. Ele tinha leucemia e passou por um transplante de medula. O doador tinha uma mutação que o tornava imune à infecção. O tratamento foi realizado em 2007, e começou-se a falar em "cura" em 2010.
"Agora já temos múltiplos exemplos de como o controle da infecção pode ocorrer", diz Hazuda.

Fonte: Folha de São Paulo Equilíbrio e Saúde

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Nova versão do poderoso vírus Flame é detectada no Irã e no Líbano



Washington - Uma nova versão do vírus de computador Flame, suspeito de ser uma arma cibernética dos Estados Unidos e de Israel contra o programa nuclear iraniano, foi detectada em computadores de Irã, Líbano e França, revelaram nesta segunda-feira (15/10) especialistas em segurança informática.

A empresa russa Kaspersky Lab, responsável pela descoberta do Flame no início deste ano, batizou a nova versão de miniFlame. Segundo os especialistas, o miniFlame é "um programa malicioso, pequeno e muito flexível, desenhado para roubar dados e controlar sistemas infectados em operações de ciberespionagem dirigidas". O miniFlame se baseia "na mesma plataforma estrutural do Flame", indicou a Kaspersky Lab, acrescentando que pode funcionar de forma independente ou em conjunto com seu irmão mais velho, dedicado a "operações de espionagem em massa".

Alexander Gostev, da Kaspersky Lab, insistiu na precisão deste novo vírus para realizar "ataques cirúrgicos". Por enquanto, a companhia de antivírus contabiliza entre 50 e 60 o número de ataques com o miniFlame no mundo, particularmente em Líbano, França, Estados Unidos, Irã e inclusive Lituânia.



De acordo com estes especialistas, o programa foi desenvolvido a partir de 2007 e foi utilizado até o fim de 2011. "Acreditamos que os desenvolvedores do miniFlame criaram dezenas de mudanças no programa" disse Kaspersky. "Até agora só encontramos seis, datadas entre 2010 e 2011".

A Kaspersky Lab já havia anunciado que o Flame tinha sido lançado no fim de 2006 e que estava relacionado ao Stuxnet, um vírus criado para atacar sistemas da gigante alemã Siemens, normalmente utilizados para a gestão de infraestruturas, como a rede de fornecimento de água ou a extração de petróleo. A maior parte dos sistemas infectados pelo Stuxnet foi descoberta no Irã, o que dá força à ideia de um ataque cibernético por parte de Israel e Estados Unidos contra as instalações nucleares deste país.


Fonte: Correio Web

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